Mais um caso solucionado no Brasil
"Depois de 16 anos, auditor fiscal da Receita Federal, Jairo Tapajós Braule Pinto, 50, e sua mulher, Maria Auxiliadora Rosalino Braule Pinto, 49, encontraram, enfim, o filho sequestrado da maternidade Santa Lúcia, no Distrito Federal. O garoto mora, atualmente, em Goiânia".
O garoto morava num sobrado, em um bairro de classe média de Goiânia. Naquela epoca, ele não imaginava ser protagonista de uma história que comoveu o Brasil.
Aquase 20 anos atras, uma mulher que se fez passar por assistente social entrou no quarto número 10 do Hospital Santa Lúcia e roubou Pedrinho, nascido havia 13 horas.
Mas a quatro anos atrás, Pedrinho foi descoberto através de um site e encontrado por seu pais biologicos. A principio, foi dificil para a garoto aceitar que não era filho da familia que o criou.
"Ele estava resistente, mas depois que o pai biologico disse seus motivos, Pedrinho aceitou fazer o teste de DNA", A pedido do adolescente, o pai também conversou com a mãe que o roubara dele. Garantindo a ela que pretendia apenas descobrir a verdade e que não vai pressionar o garoto a abandonar a família que o criou.
"Eu só posso agradecer por ele ter sido bem criado", disse a mãe aos prantos.
Hoje não se fala mais no assunto, não sabemos se a mãe que o criou ainda esta presa por seus crimes, não sabemos se a justiça foi feita. Mas o que sabemos, é que pelo menos 1 caso entre centenas foi solucionado.
O garoto morava num sobrado, em um bairro de classe média de Goiânia. Naquela epoca, ele não imaginava ser protagonista de uma história que comoveu o Brasil.
Aquase 20 anos atras, uma mulher que se fez passar por assistente social entrou no quarto número 10 do Hospital Santa Lúcia e roubou Pedrinho, nascido havia 13 horas.
Mas a quatro anos atrás, Pedrinho foi descoberto através de um site e encontrado por seu pais biologicos. A principio, foi dificil para a garoto aceitar que não era filho da familia que o criou.
"Ele estava resistente, mas depois que o pai biologico disse seus motivos, Pedrinho aceitou fazer o teste de DNA", A pedido do adolescente, o pai também conversou com a mãe que o roubara dele. Garantindo a ela que pretendia apenas descobrir a verdade e que não vai pressionar o garoto a abandonar a família que o criou.
"Eu só posso agradecer por ele ter sido bem criado", disse a mãe aos prantos.
Hoje não se fala mais no assunto, não sabemos se a mãe que o criou ainda esta presa por seus crimes, não sabemos se a justiça foi feita. Mas o que sabemos, é que pelo menos 1 caso entre centenas foi solucionado.

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